Mercados de fundos no Brasil

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Para quem pensa em investir – ou já faz parte dos investidores – entender a Selic, é de extrema importância, afinal ela influencia todas as margens de taxas de juros do país, como dos empréstimos, financiamentos e, claro, das aplicações financeiras.
Quando observamos a queda na meta para a Selic (que é estipulada pelo Banco Central), entende-se que haverá diminuição na rentabilidade dos títulos atrelados a ela, e o contrário ocorre quando a Selic sobe.


Expectativa para 2021 e 2022


O Relatório Focus, divulgado pelo BC, analisa e destaca os principais indicadores do mercado econômico do Brasil. Segundo seus resultados, a expectativa é que a taxa básica de juros feche este ano em 6,63%, uma aceleração de 0,13% inesperada que ocorreu após duas manutenções consecutivas. Esse avanço ainda é projetado para o fim de 2022 que pode alcançar a margem de 7% ao ano.
No entanto, a expectativa é de que haja uma redução na inflação no próximo ano, perseguindo a queda de 3,75% de 2021, para 3,50%.


Selic e os fundos de investimento da B3


Com a Selic em alta, os investimentos em renda fixa se tornam mais atrativos por serem considerados mais seguros. Porém, se você é um investidor de rendas variáveis, como os fundos imobiliários, é indispensável acompanhar cada passo da taxa básica de juros.
A relação entre o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (que reúne os FIIs mais negociados da B3) e a Selic, é apontada por especialistas como inversamente proporcional. Sendo assim, há a tendência de queda para o Iflix em épocas de juros em alta.
Para quem está ativo em investimentos, é bom ficar de olho no descontrole da inflação, já que isso pode refletir nas taxas de juros mais longas, que podem gerar uma grande queda nos fundos, caso sofram reajustes intensos. Caso o BC central continue aumentando os juros e a curva da inflação suba, será interessante diversificar mais a carteira de investimentos.